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Mostrando postagens de fevereiro, 2019

O egocentrismo, o excessivo culto ao “eu”.

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Há pessoas que parecem não saber que a terra gira em torno do Sol, e não em torno delas. Não entendem que a vida não gira só ao seu redor, que seu umbigo não é o centro do mundo nem das pessoas que a rodeiam. Por isso se autoproclamam importantíssimos, gerando com seus comportamentos uma fortíssima rejeição social. Como consequência, mantêm comportamentos egocêntricos e enchem nossos ouvidos de mensagens e comportamentos que chamam a gritos por atenção. Gritos que são tão ensurdecedores que nos saturam e esgotam com facilidade. Na arrogância, prepotência e onipotência, não se importam com o bem-estar dos demais, não compreende que o outro, em suas necessidades é tão importante quanto o bem-estar pessoal. Elas, as pessoas egocêntricas, estão certas de que são especiais, e mais, de que sua personalidade é absolutamente encantadora. No entanto, quando algo não segue o caminho que o egocêntrico deseja, se converte em ogro, déspota que só quer fazer com que as coisas caminhe...

IDENTIFICAR O INIMIGO:

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Se realmente quisermos fazer algo para reduzir o poder de destruição das pessoas impiedosas – psicopatas, narcísicos perversos, predadores psicológicos, antes de tudo temos que aprender a identificá-las. Decidir se alguém é digno de confiança requer conhecê-lo muito bem por um determinado período, além de tentar obter o maior número possível de informações sobre sua vida pregressa. É claro que essas informações não devem e não podem se restringir às histórias contadas pela pessoa que você deseja conhecer ou se relacionar. Se ela for um psicopata, provavelmente todas as suas histórias estarão "maquiadas" com o intuito de manipulá-lo no preparo cuidadoso para um posterior ataque predatório. A história da vida de alguém é importantíssima, pois ninguém perde a capacidade de ser consciente de uma hora para a outra. Por outro lado, nem sempre é fácil obtermos informações precisas ou confiáveis sobre pessoas que entram em nossas vidas. Além disso, estamos permanentemente c...

"A dor de "não pertencer”

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Aqui estão alguns pensamentos sobre o sentimento de não pertencimento:  “Me sinto perdido, inseguro e fora de lugar em todos os lugares”,  "Eu não pertenço a nenhum lugar, e isso dói muito";   “Eu sou um estranho neste mundo onde quer que eu vá”. De onde vem esse sentimento de não pertencer? Todos nos sentimos assim em certas circunstâncias. No entanto, se é um sentimento muito doloroso que surge repetidamente , se é o tema da vida de alguém, então se origina na infância e o persegue por toda a vida adulta. É muitas vezes misturado com outras emoções, como solidão , tristeza profunda, ", abandono e rejeição, sentimento de ser diferente - "o que há de errado comigo” . Como isso acontece na vida adulta?  De muitas maneiras, e todas elas são dolorosas e difíceis de lidar. Há dois extremos : estamos constantemente à procura daquele lugar ou pessoa que nos dá um sentimento de pertencimento, somos carentes e agradamos a todos. Separação de qualquer tip...

Sinais para reconhecer um narcisista

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- Encantadores, sedutores e inspiradores de confiança. Assim são as pessoas narcisistas em um primeiro momento. No entanto, pouco a pouco aparecem suas verdadeiras intenções: inferiorizar os outros. Aos poucos, qual um vírus, se introduz na essência de seu hospedeiro de tal forma que o enfraquece de seus atributos mais caros e profundos. Faz com que aos poucos o hospedeiro vá deixando de acreditar em si mesmo, em suas verdades e passa a questionar sua própria existência.   - Estabelecer um relacionamento com um narcisista, a princípio, pode ser uma experiência gratificante. Contudo, mais tarde ele mostra suas verdadeiras intenções de fazer os outros se sentirem inferiores e tirar proveito daqueles que o rodeiam. O narcisista se acha melhor do que os outros em todos os aspectos. O transtorno de personalidade narcisista é uma condição patológica que se caracteriza por uma autoestima exacerbada, onipotência sobre outras pessoas e falta de empatia. - Podemos encontrar...

Como tratamos do sofrimento psicológico hoje!

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Uma das expressões mais pluralistas da existência humana talvez seja o sofrimento.  Sofre-se pela morte de alguém, por um amor que foi embora, pela perda de um sonho, por medo da solidão, por tédio, por um projeto malsucedido. Motivações possivelmente infinitas, mas que, sob a regência da era dos diagnósticos, são resumidas a "sou bipolar", "sou hiperativo", sou borderline” ou "sou ansiosa" - somos aquilo de que sofremos, parece ser a mensagem. Lugares no mundo definidos a partir de um conjunto de sintomas, com pouca ou nenhuma indagação sobre a relação deste sofrer com os modos de vida do sujeito. Seriam as epidemias citadas acima mero resultado de déficits individuais e distúrbios neuroquímicos? Ou elas estariam dando pistas de nossas formas de viver e de nos relacionar? Os adoecimentos psíquicos estariam denunciando impasses e descontentamentos dos sujeitos com o mundo contemporâneo. Falar em patologias do social não refere a uma sociedad...