"A dor de "não pertencer”
Aqui estão alguns pensamentos sobre
o sentimento de não pertencimento: “Me sinto
perdido, inseguro e fora de lugar em todos os lugares”, "Eu não pertenço a nenhum lugar, e isso dói muito"; “Eu sou um estranho
neste mundo onde quer que eu vá”.
De onde vem esse
sentimento de não pertencer?
Todos nos sentimos assim em certas circunstâncias. No
entanto, se é um sentimento muito doloroso que
surge repetidamente, se é o tema da vida de alguém, então se origina na
infância e o persegue por toda a vida adulta.
É muitas vezes misturado com outras emoções, como solidão, tristeza profunda, ",
abandono e rejeição, sentimento de ser diferente - "o que há de errado comigo”.
Como isso acontece
na vida adulta? De muitas maneiras, e todas elas são dolorosas e difíceis
de lidar.
Há dois extremos:
estamos constantemente à procura daquele lugar ou pessoa que nos dá um
sentimento de pertencimento, somos carentes e agradamos a todos. Separação de
qualquer tipo, como um divórcio, a morte de um dos pais ou uma perda de emprego
é muito difícil para nós, e estamos novamente traumatizados quando isso
acontece.
O outro extremo é
nunca nos permitirmos nos apegar a qualquer pessoa ou lugar e sempre defender
nossa, assim chamada, independência e liberdade, que não é liberdade emocional alguma. Vagamos
de um lugar para outro, de pessoa para pessoa, nunca encontrando paz interior. Ai procuramos
nos “encaixar”.
Qual é a diferença
entre encaixar e pertencer?
Nos forçamos a nos encaixar
onde não pertencemos. É a estaca redonda no buraco quadrado ou o cisne tentando
ser um pato. Pertencer é natural e orgânico. Apoia quem realmente somos.
O direito de pertencer e de ser quem
se é, só é possível a partir de termos nosso lugar no mundo e ter tido um lugar em nossas famílias. É quando estamos alinhados com nossos próprios propósitos de vida, e em harmonia.
A Psicoterapia ajuda no autoconhecimento e a trabalhar dificuldades
internas, identifica-las por meio de diálogos construtivos.

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