PSICOPATIA nos tempos atuais.
Nós estamos entorpecidos diante dessas notícias e cenas brutais e assistimos a elas muitas vezes sem reação, sem afeto, sem nenhuma indignação. E com essa capacidade perdida, já há algum tempo, na verdade, cremos que embotamos também a capacidade reflexiva. É a mídia, repetindo exaustivamente relatos dos dramas familiares e cenas de barbárie,
No reino animal, o homem é o único capaz de matar e tem inclusive o requinte de planejar a morte de outros de sua espécie, movido por retaliação, ambição, conveniência, pela incapacidade de gerenciar as diferenças ou por mero prazer.
Uma das perguntas que podemos nos fazer é se de alguma sorte não poderíamos resgatar a nossa capacidade de nos indignarmos ou voltarmos a nos instrumentalizar de forma adequada para estas reações.
Banalizar a violência é, de alguma sorte, preservá-la ativa, diluindo simbolicamente seus efeitos daninhos e de alguma forma não se comprometendo com suas manifestações. Não podemos nos esconder em frases feitas: "violência é da natureza do homem" e sucumbirmos a sua virulência.
É Um transtorno caracterizado por um desprezo das obrigações sociais, falta de empatia para com os outros. Há um desvio considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas.
Psicopatia não é uma doença, é uma maneira de ser”, explicando e dizendo ainda que os psicopatas são incapazes de amar e enxergam o outro apenas como simplesmente um objeto útil para conseguir seus objetivos. Se aproveitam das pessoas ao redor sem fazer nada ilegal.
O comportamento do psicopata quando se manifesta, não deixa pedra sobre pedra, é uma verdadeira devastação que ele provoca, desde a mentira patológica até a violência extrema, muitas vezes sutil, por mais contraditório que isso possa parecer.
Sirlene O. SousaPsicanalista e Psicoterapeuta AnalíticaAtendimento ONLINE -
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