PREVISÍVEL OU POSSÍVEL?


A maioria de nós foi condicionada a criar uma vida previsível.

O problema com a previsibilidade é que ela limita o que é possível. Se você realmente quiser criar algo diferente, algo maior, caso queira se divertir mais, ter mais alegria, mais realização; deve medir a probabilidade e escolher a possibilidade. Saber que tipo de experiência quer ter e qual o risco que está disposto a correr.
 Exercer seu livre arbítrio independente de crenças e valores enraizados em padrões familiares, muitas vezes equivocados, e valores culturais desatualizados que não tem mais sentido no estagio atual de sua vida, tendo em vista tudo o que já vivenciou e experimentou. 
As leis que vigoram em um lugar, são diferentes em outros, a religião difere de igreja para igreja, os padrões são tão variáveis quanto o numero de pessoas, cultura, povos e religiões. O que satisfaz hoje, pode não fazer sentido amanhã. O que acredita, com certeza absoluta agora, pode em poucos instantes ser questionada, e tornar-se inócua ou ineficiente, ou enganosa.
 Se você tem um ponto de vista fixo, só poderá ver o cardápio limitado de escolhas com base em ações anteriores, tomadas por si ou por outros à sua volta, e que, cuja certeza instantânea, duvidosa é segura.
Escolher a possibilidade não é sobre a criação de um resultado previsível. Escolher a possibilidade é escolher além do que a maioria das pessoas pode ver, ser, perceber ou receber. A escolha das possibilidades é onde o que você escolhe não pode ser definido, confinado ou limitado por uma realidade fixa. Quando você escolhe a possibilidade sempre estará criando uma realidade além da realidade e abrindo portas para receber e contribuir.
O Previsível aprisiona e limita possibilidades, o Possível liberta e deixa possibilidades ilimitadas para a libertação, e, para auferir resultados inusitados.
Não estou dizendo que seja fácil modificar um padrão de comportamento, já tão antigo, previsível, e enraizado; apenas que ao tentar pequenos movimentos – diferentes, poderá perceber que não dói tanto, e que poderá estar mais próximo de execução de algo maior, melhor e mais próximo do que foi idealizado, e que, com certeza, acrescentou algo a si mesmo, força de caráter e uma identidade própria; mais peculiar e forte.
Sua realidade não cria o seu ponto de vista.
Seu ponto de vista cria a sua realidade.

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